Rotativo – foto

E Joinville segue sem o estacionamento rotativo. Neste Natal, já era para estar funcionando, mas até agora nenhuma decisão da Prefeitura. Está sendo uma verdadeira guerra conseguir um lugar para estacionar. Ou se chega bem cedo para achar uma vaga no Centro ou se paga para os estacionamentos privados. E com as festas de final de ano, a situação vai piorar.

Preços

E chega a ser impressionante os preços cobrados pelos estacionamentos particulares. A diferença é brutal de um para outro no Centro de Joinville. Uns custam R$ 3,00 a hora, outros R$ 4,00 e tem alguns que chegam a cobrar  R$ 6,00.  Fiscalização que é bom, nada.

 

Buracos 

A Prefeitura de Joinville busca uma solução rápida para tentar recuperar as ruas, diante de inúmeros buracos. O problema é que são tantos, que a população chegou no limite da sua  paciência. Ocorre que muitos veículos quebraram ao passar por verdadeiras crateras que se formaram em diversas vias. E daí vem a pergunta: quem vai pagar o prejuízo dos proprietários? Já tem escritório especializado em ações contra o município na busca de ressarcimento.

 Trilhos 

A lei municipal disciplina a passagem ferroviária em horários de pico, no perímetro urbano de Joinville entre 6h e 8h, entre 11h30 e 13h30, e das 17h às 19h, chegou a vigorar em parte de 2015, mas em 2016, a Rumo, empresa com a qual a ALL se fundiu, conseguiu liminar na Justiça Federal de Porto Alegre, e derrubou a lei municipal. A Rumo alegou que só a União pode legislar sobre serviços ferroviários. Isto revoltou e continua revoltando os joinvilenses, que são obrigados a esperar a passagem do trem nos piores horários.

Ação

Diante desta decisão, a Prefeitura de Joinville, através da Procuradoria Municipal, entrou com recurso para derrubar a liminar no STF – Supremo Tribunal Federal. A Procuradoria entende que a lei é legítima e visa a segurança dos motoristas joinvilenses.  Ainda, segundo informações da Procuradoria, não é o fato da alegação de que somente a União pode legislar sobre assuntos ferroviários que colocará a segurança e o respeito da comunidade de Joinville em segundo plano. Existe a questão do tempo de espera nos horários de picos que prejudica sensivelmente as pessoas que necessitam de trabalhar, de um atendimento médico e outros compromissos. Vale lembrar que pela lei municipal, em caso de não obediência nos horários,  multa foi fixada em 100 UPMs, sendo 10% do valor arrecadado destinado para a educação no trânsito.

 Punição

Dez anos de reclusão em regime fechado. Esta foi a sentença proferida pelo juiz da Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Joinville, Dr. Gustavo Aracheski, a um dos torcedores do Vasco da Gama que agrediu um torcedor do Atlético Paranaense, na Arena Joinville, durante partida realizada em dezembro de 2013. O torcedor foi condenado a 8 anos pelo crime de tentativa de homicídio (artigo 121, 2º, incisos II e IV) e outros 2 anos pelo crime de incitação à violência em eventos esportivos (artigo 41-B da Lei 10.671/03 do Estatuto do Torcedor).

Que sirva de exemplo

O torcedor não foi preso após a sessão de julgamento, de modo que poderá recorrer em liberdade. O juiz concedeu 5 dias úteis para recurso. Após este prazo, haverá expedição de mandado de prisão contra o torcedor. Este caso teve grande repercussão nacional, na época, devido às fortes imagens de torcedores na arquibancada sendo carregados por meio de macas. O motivo fútil das agressões foi reconhecido como circunstância  qualificadora do crime.

Mau cheiro

Moradores do Costa e Silva reclamaram na reunião da Comissão de Urbanismo da Câmara de Vereadores de Joinville, de forte odor de causa não identificada nas proximidades das ruas Inambu, Albatroz e Rui Barbosa. Eles exigem providências e afirmam que se não houver proposta de solução por parte da Prefeitura, vão entrar com uma ação na Justiça pedindo a suspensão da cobrança do IPTU de 2019. De acordo com o presidente da Associação de Moradores do Parque Douat, Lourenço Foss Joenck, esse problema acontece há vários anos, mas dependendo da época do ano, de condições climáticas e de condições do vento, ele se intensifica.

Aterros

Lourenço Foss citou três aterros próximos como possíveis causas do odor: o aterro sanitário de Joinville, o aterro de uma indústria têxtil e o de uma empresa de soluções ambientais. Para o vereador James Schroeder (PDT), o problema pode ser causado ainda por uma atividade não licenciada que ainda não foi identificada.