Cobrança

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O deputado estadual Fernando Krelling (MDB) esteve com o secretário do Estado da
Educação, Natalino Uggioni, e cobrou investimentos na infraestrutura das escolas
estaduais de Joinville e região. A audiência foi no gabinete do parlamentar, na Capital.
Krelling destacou a importância da reforma ou instalação de ginásios de esportes
nas instituições de ensino, entre elas a Dom Pio de Freitas, Professor Rudolfo Meyer,
Plácido Olímpio de Oliveira, Dr. Georg Keller, Professor Gustavo Augusto Gonzaga,
Professor João Rocha, Professor Joao Marins Veras e Mari Maria de Souza em Joinville.

Mais pedidos

O mesmo pedido foi para as escolas Titolivio Venâncio Rosa, de Araquari; Conselheiro Astrogildo Odon Aguiar, de Barra Velha; e Professora Claurinice Vieria Caldeira, de São Francisco do Sul. Natalino assegurou ao deputado que irá avaliar todos os pedidos caso a caso e dar atenção às demandas do Litoral Norte. “Nosso encontro foi altamente positivo. Esta preocupação do deputado Krelling é muito válida. Vamos estudar cada caso e buscar providências”, prometeu Natalino Uggioni.

Ensino Médio

Outro assunto do encontro desta quarta-feira entre o secretário e o deputado foi a possibilidade de estabelecer um convênio para a implementação de uma unidade de Ensino Médio no bairro Espinheiros. Krelling já tinha feito pedido de indicação ao Governo do Estado relatando a necessidade da construção de uma escola de Ensino Médio no bairro.

Habitação

Os moradores do Jardim Patrícia, localizado no bairro Boehmerwald, zona Sul de
Joinville, receberam seus títulos de propriedade. Foram beneficiadas 18 famílias do
Jardim Patrícia enquadradas no Programa Lar Legal, instituído pela Lei Municipal
nº 8.111/2015, que aderiu ao regramento previsto na Resolução nº 8/2014 – Conselho
de Magistratura Catarinense. Esta regularização tramitou através de um processo
judicial, iniciado em 2000. Os 18 lotes do denominado Jardim Patrícia estão
localizados na Rua Waldemar Antonio de Araujo, lateral da Rua Boehmerwald.

Cartório

A Secretaria de Habitação está trabalhando na regularização fundiária de vários locais, e a previsão é de concluir 8 mil unidades até o final do ano que vem. Em breve, devem ser entregues documentos para 173 lotes localizados no Jardim Paraíso. Já em tramitação no Cartório para individualização dos registros (828 lotes): urbanização Boa Vista III (650 lotes); Rio do Ferro (1); prontos para protocolo em cartório: Jardim Tatiana (4 lotes). Estão em fase de notificações (60 unidades): Rio do Ferro (37 lotes); Guaíra (2 lotes), Bernardo Schneider – Rio Bonito (20 lotes); Em classifi cação (429 lotes): áreas do Ulysses Guimarães, Rua Coronel Camacho, Rua Guarapari (Jarivatuba), Iririú, Parque Guarani, Estevão de Matos, Rua Laura Auller, no Profipo.

Cosip

A proposta da Prefeitura que cria novas faixas de cobrança na taxa de iluminação pública, a Cosip, cria polêmica. Há um clamor que pede a revogação do atual modelo, baseado no consumo de energia, e a volta da cobrança pela testada (frente) do terreno.

Explicou

O Secretário de Infraestrutura Romualdo França disse que o projeto tem como base um estudo da Ajorpeme, e cria faixas intermediárias de consumo, evitando um salto na conta de energia – como aconteceu quando a forma de cobrança mudou, no início do ano passado. Existem atualmente oito faixas de cobrança residencial e não residencial. No modelo proposto, seriam 20 faixas para residências e 30 faixas para consumidores comerciais. Segundo França, retomar a cobrança por testada traria alterações pouco signifi cativas de valor para o contribuinte.

Contra

O Centro de Direitos Humanos se manifestou contra o que chamou de terceirização. “Nenhuma instituição que não seja do poder público vai conseguir manter políticas públicas”, afirmou o representante do CDH Maykon Jean Duarte. “A Casa Vida Rosa e a Casa Abrigo lidam e atendem diariamente com a qualidade e o respeito aos direitos humanos”, completou.

Opinião radical

O Sinsej também se manifestou contrariamente às alterações que a Prefeitura pretende fazer. A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Juliane Patrícia Tavares, afirmou que a Prefeitura está “privatizando o único serviço que o município tem para proteger as mulheres”. A representante do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Júlia Melin, opinou que a decisão da Secretaria de Assistência Social demonstra um descaso com as políticas de proteção à mulher. Agora é esperar para ver…

 

 

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